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segunda-feira, 5 de março de 2012

5. Agatha Collins vem falar comigo (Parte 1).



Logo após a conversa que tive com o sr. Collins formei a teoria de que ele estava mentindo para encobrir alguém pois não imaginava ainda que ele fazia parte do desaparecimento de seu filho, ainda não. Naquela mesma noite, eu jazia em meu sofá lendo um bom livro quando alguém bate em minha porta e rapidamente olho para o relógio, era meia noite e meia. Me levantei e caminhei até a porta e abri. Agatha Collins estava de frente a mim e me olhando com um olhar de nervosismo, medo.
- Olá, desculpe por te acordar.
- Não foi nada, Agatha. Nem estava dormindo.
- Mas devia.
- Não, eu não devia. Eu durmo a hora que eu quiser, afinal não tenho tanto contato com mnha familia. Eles me deram esta casa e eu que tive que procurar escolas, alimentos, trabalhos para mim conseguir sobreviver sozinha neste mundo, então entre. - ela me olhou com uma certa pena e entrou. - Sente no sofá, eu irei pegar uma cadeira para mim.
- Não, não precisa. Eu pego a cadeira.
- Agatha.
- Sim?
- Eu digo o que fazer neste momento, e peço para que se sente no sofá e não reclame.
- Ok. - e ela caminhou até o sofá e se sentou, enquanto eu peguei a cadeira e a coloquei no meio da sala. Fiquei quieta enquanto Agatha me observava com uma certa apreensão. - Srta. Souza?
- Ah. Olá Agatha, desculpe por esquecer que você esta ai, eu estava raciocinando os fatos e as deduções que fiz. Conte tudo o que quer e falar.
- Não foi nada e bom, queria que investigasse e achasse meu irmão.

sábado, 3 de março de 2012

4. Sr. Collins, o pai de Agatha e Hugo Collins.


Não conseguia acreditar que este tempo inteiro que Sherly que a resposta da pergunta que fazia a anos atrás. Bom, já que eu não sei sobre seu paradeiro, irei chamar o seu filho, Carlos, para termos uma conversa, o que não resolveu nada. Cheguei em casa 20hs da noite, depois de falar com Carlos, não achava que ele me ajudará muito, só falará que sua mãe não lhe contastes nada sobre o que eu havia perguntado. Pelo menos agora, acho que Sherly deve estar me rondando ou me vigiando de perto pois depois que sai daquele shopping só aconteceu coisas estranhas. Por exemplo, fui atacada pela mesma velha denovo só que com uma foice bastante afiada que fez o favor de talhar um corte em meu braço, quando cheguei em casa achei insetos estranhos sobre meus cadernos de anotações e os tirei de lá a tapas, vozes estranhas zumbiam em minha cabeça falando que queriam que eu fosse a pessoa para receber a maldição. Depois de tudo isto eu só tomei um banho, escovei os dentes, troquei de roupa para uma camiseta do Lanterna Verde, um all star vermelho e uma calça preta, desci as escadas e pedi um táxi. Fui para a casa de Henrique denovo para ter uma conversa com o sr. Collins, não estava muito formal para a conversa mas eu pensei 'Dane-se'. Cheguei 20 minutos antes do horário para conversar com Henrique e quando eu ia bater em sua porta ouvi coisas sendo quebradas, gritos de dor e cheiro de sangue. Nem ousei entrar pois eu sabia que se eu fosse lá defender, provavelmente eu não sairia viva para resolver o problema mas ai então bati em sua porta involutáriamente, ele perguntou:
- Quem estas batendo em minha porta? - perguntou furioso.
- Não, apenas eu, Souza. A pessoa com quem marcou uma conversa com o senhor Collins e que veio de manhã tirar satisfações. - eu respondei calmamente. Sabia que se eu falasse com medo não daria muito certo.
- Ah, espere um pouco, tenho que ver o que aconteceu com o senhor Collins.
- Oh! Eu não sabia que o senhor Collins gritava como uma menina. Sem ofenças, Henrique. - E eu ia praguejando em grego e dando voltas na casa. Quando ouço Henriquue abrir a porta e finjo olhar para uma estátua de jardim. - Não es perfeita? Nem parece que foi feita a mão de tão detalhada. - Henrique estranhou meu jeito esquisito mas esboçou um sorriso pelo elogio.
- Obrigada, Souza. Não se é todo dia que alguém vê minha estátua e comenta sobre ela. - e logo tratou de ficar sério. - Quer fazer o favor de entrar? O sr. Collins não gosta de gente enrolada.
- Estou indo, Henrique. - Olhei mais uma vez para estátua e achei uma coisa interessante, era uma mancha seca de sangue e então resolvi olhar para o chão e vi pegadas de alguém que provavelmente seria uma menina de apenas uns 15 anos ou menos. Ela tinha sido arrastada mas o autor notou que deixará pistas e tratou de apagar mas bem malfeito.
Entrei na casa de Henrique depois de ver aquilo e me sentei de frente ao sr. Collins, um homem calvo, com cabelos loiros e um terno vinho meio avermelhado. Tinha mais ou menos 1, 54 cm, era um homem baixinho e gorducho, com um nariz pequeno e uma boca média.
- Olá, sr. Collins. Como vai?
- Ah, Olá, srta. Souza. Bem, apesar dos problemas de família e você?
- Vou bem, apesar de não ter conseguido salvar seu filho.
- Não se preocupe - disse ele colocando a mão em meu joelho. - Ele deve ainda estar vivo, se Deus quiser.
- E Agatha? Esta sofrendo muito com isto?
- Nem um pouco. Ela estava bem alegrinha hoje de manhã, ela até arrumou a casa para nós. Isto é, me refiro a mim e minha esposa, Silvanna. - ele ficou um pouco inquieto com meu olhar de sonhadora e observadora.
- Hum... interessante. Então - e mudei de posição da cadeira para encara-lo frente-a-frente. - Vai querer que eu cuide deste caso para o senhor?
- Não sei. Não consegui me decidir, mas acho que não precisarei de seus serviços. Vai que meu filho está morto? - disse ele dando uma risada forçada no final e me olhando com seus olhos azuis, aonde vi mentira.
- É possível mas ainda acredito que seu filho está vivo. Acho que sei quem esta com ele. - eu disse e ele tirou o sorriso e fez cara de preocupado mas logo sorriu falsamente.
- Tem certeza? Amém! Deus lhe abençoe. - ele disse.
- Não, obrigada. Acho que o senhor precisa da benção de Deus mais do que eu, se meu palpite estiver errado e de algum modo, os assaltantes souberem, tenho certeza que irão matar o menino no meio de um lugar bastante deserto. - ele me olhou nervosamente e se mecheu no sofá.
- Mas tomará que acerte, não?
- É. Tomará que eu esteja certa.

3. Carol, a garota moderna.



Depois de ser agredida por uma velhinha que dizia "Ladra, criança demôniaca! Pare de usar roupas assim!" e olha que eu só estava usando um sobretudo preto para ninguém reparar em mim, mas parece que ela notou. Eu consegui chegar inteira ao shopping, aonde minha amiga Carolina me esperava:
- Já não era sem tempo. Sua atrasada. - disse Carol, já virando as costas para mim logo depois de eu ter entrado pela porta e dando passadas firmes.
- Sabe, eu não devo lhe obedecer, Carol. Para sua informação, eu fui parar na primeira página dos jornais, fui na casa de um amigo e depois ainda fui atacada por uma senhora que não teve nem piedade antes de eu chegar aqui.
- HA HA HA UMA VELHA TE ATACOU?! AI, VOCÊ DEVIA FAZER AULA DE ALGUM TIPO DE LUTA. HA HA HA HA HA HA.
- Cala a boca, Carol, nem sempre falar e rir é bom. Esta frase se aplica muito bem ao seus modos de agora.
- Não tem senso de humor não?
- Não. - respondi secamente.
- Nossa, sua chata. - Simplesmente ignorei o comentário e subi as escadas.
- Como se eu não soubesse que quando estou com você, tenho que passar por outra pessoa.Sabes muito bem que não gosto de ocultar esta minha parte verdadeira.
- Entendo... MAS PORQUE VOCÊ NÃO MUDA ESTAS ROUPAS?! ELAS SÃO HORRÍVEIS! - disse ela praticamente fazendo um escândalo e atraindo uma grande multidão de olhares que não eram nem um pouco divertidos.
- Elas podem ser horríveis à você, Carol. Mas para mim são roupas que eu devo usar no dia-a-dia. - eu disse e a maioria das pessoas me olhou com desgosto e continuaram seu caminho, a minoria me olhou como se eu fosse Sócrates, como se eu fosse inteligente demais e continuaram a me olhar até desaparecerem de minha visão.
- Ta bom! Para de falar... sua voz da sono. - disse irritada.
- Vamos tomar café, pessoa ingrata? - perguntei rindo no final.
- Café!? C-A-F-É!? Eu não, isto é coisa de gente velha como você, prefiro um suco ou um refrigerante.
- Ok, mas o que irá comer?
- Não sei.
- Só vou pedir uma batata frita. Estas coisas de hoje em dia me incomodam, então só a batata mesmo.
- É pede isto pra você, Souza. Isto é típico de vocês detetives, são inteligentes, mas ultrapassados e não sabem usar a vida para outra coisa sem ser investigar, investigar, investigar... aff... dá até tédio falar sobre vocês. Por mim vocês nem existiriam. Mas eu tenho pena de você. - ela disse enquanto nos sentavamos, olhei ela com um olhar que ela acabou se assustando, eu nunca fiz aquilo para ela, não estava acostumada com minhas esquisitices. Eu estava sentada do lado direito e ela do lado esquerdo, eu com meu café e minhas batatinhas e ela com um suco e um sanduíche.
- Não deveria ter pena de mim, mas você me insultou e se eu quisesse poderia fazer você engolir letrinha por letrinha esta frase. Isto é claro, impossível.
- Mas é claro que não, vo-você ia me encher de pancadas. - disse ela chorando.
- Ei! Calma. Eu não sou feita de pedra para não ter sensibilidade e não, eu nunca iria te encher de pancadas. Era só uma expressão. - disse eu colocando a mão em seu ombro.
- Ok. Obrigada Sherly. - eu imediatamente tirei a mão e comecei a tomar meu café. - O que foi?
- Sherly. Não me lembre este nome maldito. - enquanto eu começava a olhar para todos os lados da praça de alimentação. 
- Mas por que? O que a dona deste nome lhe fez?
- Nada muito pequeno. Era bastante grande e grave o que ela me fez. - disse eu batendo com a mão na testa me lembrando da noite em que Hugo desapareceu. - Era ela. Tem te ser ela.
- Sherly? - disse Carol com cara de interessada. Afinal ela gostava de fofocar.
- Já disse para não pronunciar este nome, Carol. - Respirei fundo - Sinto muito mas terei que ir, descobri uma coisa importante agora. - Eu me levantei dei um tapinha nas costas de Carol e sai correndo pelo shopping como Carol me olhando preocupada.

sexta-feira, 2 de março de 2012

2. Henrique, o fiel escudeiro do sr. Collins.

- Olha isto aqui! Que absurdo. Nem fazer uma história ou um texto conseguem. - eu disse no café da manhã. - Ainda bem que nem colocaram uma foto minha. Se não minha carreira de detetive acaba aqui. - e me levantei, abri a porta e sai para ir a uma banca de jornais ver o que escreveram. Afinal eu só tinha recebido os jornais que assinei.
Quando eu chego na banca de jornal, quem estava na primeira capa? é, você já deve ter tido uma ideia.
- Olá senhorita... - e o homem se vira para me cumprimentar - Oh! Se não é a salvadora da filha do advogado sr. Collins! Muito prazer em conhece-la.
- Hum... é. Vejo que não funcionou muito certo o que eu acabei de ver. Vou-me embora pois tenho um assunto que tenho que resolver urgentemente, foi um prazer conhece-lo e tenha um bom dia. - fiz uma reverencia com a cabeça e pedi para um táxi parar e entrei dentro dele, rumo a casa de meu amigo, ele dissera-me que poderia ser interessante para mim o caso que queria que eu resolvesse e que pelo menos se eu não desvenda-se seria bom dar uns palpites a ele.
Cheguei lá às 15hs e 30min. e ele me diz:
- Milagre, chegou na hora exata, Souza. 
- Tá, então, vamos pular esta parte. Hoje não estou nem com os pensamentos normais, depois do que vi hoje de manhã na banca de jornais.
- HA HA HA você ainda lê jornais?! que piada, jornais são coisas do passado, minha cara amiga! Agora tem a internet e a tv para substituir isto.
- Mas ainda acho que jornais e revistas descrevem mais detalhadamente. - e entro na sala de estar e me sennto no sofá. - Qual é a emergencia para ter que me ligar 2hs e meia da manhã?
- Bom. - disse ele se sentando a minha frente numa cadeira. - Eu queria que você procurasse por meu neto. Ele desapareceu ontem a noite, mas sua irmã foi salva por uma garota pelo que eu saiba.
- Hum... sei muito mais sobre este caso do que você meu caro. Primeiro, eu vi o que aconteceu...
- Oh! ENTÃO PORQUE NÃO FOI LÁ AJUDAR!? DEIXOU UMA MULHER DEFENDER 2 CRIANÇAS?! VOCÊ SABIA QUE A MULHER NÃO SERIA CAPAZ DE TANTO!
- Fique quieto e ouça o que tenho a dizer, mas se me interromper, juro que saio por esta porta. - e ele ficou quieto - Bom, continuando, segundo, eu era a mulher ok? terceiro, consegui salvar a vida da menina pois era a que defendi mas depois percebi meu erro. Eu deveria ter cuidado do garoto, eles só queriam que eu protegese a menina para poderem levar o garoto e quarto, acabei levando socos, chutes, murros e até um tiro de um revólver por causa disso. E é por isso prefiro os jornais. - e fiz uma cara de paisagem.
- Não entendi esta última frase.
- Eu digo que se você fosse a uma banca de jornais saberia mais sobre este caso. Estaria mais a par da situação mas lhe digo que o que esta escrito nos jornais é muito rídiculo. Se me permetir investigar este caso, eu lhe direi o que aconteceu de verdade.
- Bom, não é a mim que cabe a decisão de que  se você deve investigar este caso, cabe ao sr. Collins.
- Pode então marcar um horário com ele para mim?
- Claro! Acho que é bem provavel que ele possa vir agora para cá, imediatamente. - disse Henrique fazendo uma cara de alegria não muito convincente. - Espere ai, enquanto vou fazer uma ligação para ele. Se quiser tem café na cozinha.
- Ok, meu caro. - eu disse já pegando um dos cadernos que levava comigo e anotando:




Data do acontecimento - 7 de Julho de 2009.
Detalhes precisos: Henrique me recebeu em sua porta às 15hs e 30min. desta tarde, com um terno social azul, uma caneta a mão esquerda e um bilhete que estava escrito alguma coisa mas não consegui decifra-lo, o senhor tentou esconder o bilhete num bolso que pela minha dedução, era o bolso esquerdo do casaco depois de eu ter entrado e visto pelo espelho. A sala aonde estavamos era uma sala muito esquisita, tinha quadros de torturas que antigamente eram usados, algumas armas na parte de vidro de uma estante ao lado esquerdo da sala. O resto não era tão importante, mas a primeira coisa que vi naquela sala não foi nenhuma das alternativas que escrevi acima, o que notei foi...


Henrique acaba irrompendo pela porta do escritório e dou um jeito de guardar rápidamente o caderno antes de sua visão ver o que eu estava fazendo. Eu já estava pensando em pedir para ele ir com o senhor Collins na rua para comprarem umas coisas se aceitarem o caso, para eu poder examinar a casa. 
- Ele disse que era melhor a senhorita ir para casa e depois voltar para cá. O sr. Collins disse que estará a sua espera lá pelas 21hs da noite. É possível você comparecer?
- Elementar... - eu disse enquanto olhava para uma coisa anormal naquela sala e me voltei para o sr. Henrique - Sim, é possível. Mas pode ser que eu chegue uns 5 minutos atrasada pois tenho que resolver um assunto muito peculiar. Esta bom para você?
- Tudo bem, está bom sim. Mas uma pergunta quero fazer a você e quero que responda a verdade.
- Pergunte e por que eu deveria mentir? - Henrique fez uma risada nervosa.
- Quando você foi ajudar os irmãos Collins, algum dos criminosos deixou parte de seu rosto amostra? - percebi que esta pergunta era uma pergunta que não devia ser feita por ele, então eu disse:
- Não. Apesar de terem quase fracassado neste quesito. - menti - Agora se me der licença tenho que ir a encontro de meu assunto peculiar. Tenha uma Boa Tarde e se vemos a noite.
Eu então sai pela porta sem a ajuda dele, e notei outra coisa diferente, a maçaneta estava com um aspecto de nova, achei estranho pois ontem quando vim em sua casa, não tinha nenhuma das observações que escrevi hoje. Isto não tem jeito de ser uma coisa boa, analisei. Sai e pedi um táxi novamente e fui direto para o centro da cidade para ir a uma perfumaria e depois a um lugar que eu arranjaria algumas coisas para o caso. Se o sr. Collins não aceitasse eu investigando isto significaria que ele estaria metido no meio do problema e junto seu amado escudeiro, Henrique. Acho que está na hora de mandar minha mamãe para fazer certas coisas, eu sei que você deve estar pensando, quem mandaria a mãe?!, mas você ainda não sabe nem da metade do plano que fiz enquanto estava sentado num simples sofá. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

1. O Desaparecimento de Hugo Collins.

Era uma noite escura, uma menina estava acompanhada de um garoto que supostamente era seu irmão, eu os vi andando por uma rua bem movimentada, mas a medida que andavam várias pessoas saim da rua até que simplesmente só eles restaram. A menina começou a ficar inquieta e começou a observar qualquer coisa que tinha naquela rua. Até que eles foram atacados, eu decidi ir lá e tentar manter os três criminosos longe dos irmãos. Não fui muito bem pois levei alguns cortes e acabei levando um tiro em minha barriga debaixo da última costela do lado esquerdo, eu consegui pelo menos salvar a garota a tempo mas o garoto não, ele simplesmente foi levado e lá fiquei eu encarando o nada.
A garota começou a chorar e eu tentei acalma-lá mas já que eu não tive sucesso fazendo isto, resolvi chamar um táxi e a acompanhar até em casa, a deixei em casa e depois fui direto para hospital pois acabei quase desmaiando na frente da porta da menina e chamaram a ambulância. Desde então no jornal só dava o nome de Hugo Collins e o nome da irmã dele Agatha Collins, e sempre se referiam a mim como a garota ou uma pessoa, mas eu preferia que meu nome não fosse colocado no jornal como Paula Manuela salva Agatha Collins... dá pra entender não?