segunda-feira, 5 de março de 2012

2. Moriarty.



- Sim, Holmes?
- Temos coisas mais importantes do que ficar conversando.
- Mas o que é tão importante para você não responder uma simples pergunta?
- Nossas vidas.
- Como assim e o que você fez?
- Eu não fiz nada assim como você. Mas digamos que o Prof. Moriarty esta envolvido.
- O que?! MAS ELE NÃO ESTAVA MORTO?!
- E ainda esta, mas digamos que ja avia deixado planos para nós, caso alguma coisa acontecesse a ele.
- Isto quer dizer que agora vamos ter que andar armados e tudo mais?
- Sim e teremos que meio colocar várias pessoas numa armadilha.
- hum?
- Os comparças de Moriarty.
- Ah… Mas tem noção de quantos são?
- Ainda não meu amigo. Mas tenho certeza que são mais de 5.
- Mas me explique uma coisa. Que tipo de plano que ele fez para nós?
- Um plano aonde nós morremos, Watson.

1. O começo.



Era uma vez, um dia claro em Baker Street, aonde Sherlock Holmes estaria esperando por seu fiel amigo, Watson. Ele estava colocando uma roupa adequada para recebe-lo, quando ouve batidas em sua porta e alguns latidos, ele teve a conclusão de que Watson não estava sozinho. Watson foi recebido por uma senhora que o convidou a entrar, enquanto seu cachorro correu escada acima deixando o dono no hall falando obrigado a senhora e indo atrás de seu cachorro. Quando Watson chegou no local aonde seu cachorro estava, viu que era uma quarto bastante iluminado pela luz da janela e cheio de plantas que precisavam ser aparadas. Watson notou que tinha uma poltrona virada para a janela com alguém sentado nela com um cachimbo em mãos. Watson chegou mais perto e viu que era seu amigo, Holmes que o surpreendeu falando:
- Estava a sua espera, Watson. Tenho coisas a discutir com você.
- Bom, então diga.
- Primeiro, sente-se nesta cadeira e me diga como seus dias estão sendo com sua "noiva". - disse Holmes com uma certa repugnancia na voz.
- Holmes, eu não quero morrer sozinho sabe... E o amor não é uma coisa ruim... Você, Sherlock Holmes, iria nunca se apaixonar!?
Holmes não respondeu a pergunta, mas ele se levantou e abriu uma cortina que dava para uma sala com a parede do fundo cheia de notícias de jornais e linhas marcando todas, como se todas fossem ligadas.
E Holmes disse:
- Watson...

5. Agatha Collins vem falar comigo (Parte 1).



Logo após a conversa que tive com o sr. Collins formei a teoria de que ele estava mentindo para encobrir alguém pois não imaginava ainda que ele fazia parte do desaparecimento de seu filho, ainda não. Naquela mesma noite, eu jazia em meu sofá lendo um bom livro quando alguém bate em minha porta e rapidamente olho para o relógio, era meia noite e meia. Me levantei e caminhei até a porta e abri. Agatha Collins estava de frente a mim e me olhando com um olhar de nervosismo, medo.
- Olá, desculpe por te acordar.
- Não foi nada, Agatha. Nem estava dormindo.
- Mas devia.
- Não, eu não devia. Eu durmo a hora que eu quiser, afinal não tenho tanto contato com mnha familia. Eles me deram esta casa e eu que tive que procurar escolas, alimentos, trabalhos para mim conseguir sobreviver sozinha neste mundo, então entre. - ela me olhou com uma certa pena e entrou. - Sente no sofá, eu irei pegar uma cadeira para mim.
- Não, não precisa. Eu pego a cadeira.
- Agatha.
- Sim?
- Eu digo o que fazer neste momento, e peço para que se sente no sofá e não reclame.
- Ok. - e ela caminhou até o sofá e se sentou, enquanto eu peguei a cadeira e a coloquei no meio da sala. Fiquei quieta enquanto Agatha me observava com uma certa apreensão. - Srta. Souza?
- Ah. Olá Agatha, desculpe por esquecer que você esta ai, eu estava raciocinando os fatos e as deduções que fiz. Conte tudo o que quer e falar.
- Não foi nada e bom, queria que investigasse e achasse meu irmão.

Dedução do Dia: Tenho uma breve ideia de que Sherly era uma das assaltantes.

Fotos Minhas ( Tomem cuidado para não quebrar o seu computador.)
















domingo, 4 de março de 2012

Personagem do Dia: Irene Adler.

 
Nascida em New Jersey, em 1858, cantou no La Scala e foi prima-dona da Ópera Imperial de Varsóvia, antes de abandonar os palcos. Em Varsóvia, envolveu-se com o rei da Boêmia, de quem recebeu várias cartas indiscretas e com o qual fora fotografada. Foto essa que Irene ameaçou posteriormente usar para criar um escândalo que acabaria com futuro casamento do rei. Procurado por ele, Holmes viu-se na tarefa de evitar o escândalo. A foto não conseguiu ser recuperada e Irene deixou Londres com a promessa de mantê-la em segredo.


"Para Sherlock Holmes, ela é sempre a mulher. Raras vezes o ouvi mencioná-la de outra maneira. Para seus olhos, ela eclipsava e se sobrepunha às demais mulheres. Não que ele estivesse apaixonado por Irene Adler. Todas as emoções, e particularmente essa, aborreciam sua mente fria, precisa, mas admiravelmente equilibrada"


Bibliografia:
As Aventuras de Sherlock Holmes, "Um Escândalo na Boêmia", A. Conan Doyle, Ed. Melhoramentos
The Ultimate Sherlock Holmes Encyclopedia, Jack Tracy, Gramercy Books.